Saúde Única: vacinação contra a febre aftosa já começou!

20 de março de 2017

Começou oficialmente, na última quarta-feira (15), a vacinação contra a febre aftosa no Brasil. Os estados do Amazonas e do Pará são os primeiros do calendário. Nessas áreas, todo o rebanho bovino e o bubalino será imunizado.

A estimativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é de que, no primeiro semestre deste ano, sejam vacinados 1,325 milhão de animais no Amazonas e 20,111 milhões no Pará.

Em parte do estado do Pará a vacinação vai de 15 de março  a 30 de maio e, em, Roraima será de 1º de abril a 15 de maio. Rondônia aplica a dose contra a aftosa de 15 de abril a 15 de maio em animais com idade até 24 meses.

Confira o Manual de Boas Práticas de Vacinação, do Ministério da Agricultura: clique aqui.

Saiba mais sobre a aftosa:

Quais os animais que podem ser afetados pela febre aftosa?

Bovinos, búfalos, caprinos, ovinos, suínos e animais silvestres que possuem casco fendido (duas unhas).

Como a febre aftosa é transmitida?

O vírus está presente na saliva, no líquido das aftas, no leite e nas fezes dos animais doentes. Qualquer objeto ou pessoa que tenha contato com essas fontes de infecção se torna um meio de transmissão para outros rebanhos. A transmissão para humanos é raríssima.

Quais os efeitos da febre aftosa?

A doença pode ser fatal em animais jovens. Os animais afetados não conseguem se alimentar e enfraquecem muito, com perda severa de produção de leite e carne. O principal efeito da doença é comercial. Devido ao seu alto poder de difusão, os países estabelecem barreiras comerciais às regiões onde ocorreu Aftosa, causando sérios prejuízos econômicos e sociais.

O que fazer em caso de suspeita da doença?

Qualquer pessoa que verifique os sintomas nos animais deve comunicar imediatamente ao serviço veterinário oficial. Um veterinário oficial fará inspeção dos animais e tomará as providências necessárias.

Como a doença é controlada?

A vacinação é fundamental na erradicação e prevenção da Aftosa. Se confirmada a doença, a principal forma de controle é o isolamento e sacrifício de animais doentes, e eliminação de fontes de infecção. Quanto mais rápido for detectada a doença, mais rápida será a contenção e menores os prejuízos

 

Assessoria de Comunicação do CFMV, com informações do Mapa