“Doença da cara inchada” em equídeos é tema de pesquisa acadêmica

13 de junho de 2019

A médica-veterinária e professora da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Raquel Moura, está desenvolvendo pesquisa com o tema “Percepção dos médicos-veterinários e zootecnistas sobre a ‘doença da cara inchada’ na equideocultura brasileira”. O objetivo é saber quais regiões são mais afetadas pela enfermidade, bem como os prejuízos no desenvolvimento dos animais e na economia dos produtores.

A “doença da cara inchada” é o nome popular do hiperparatireoidismo nutricional secundário, causada pela deficiência de cálcio no organismo, seja por dietas desbalanceadas em minerais, seja pela ingestão excessiva de fósforo “e/ou de forrageiras com relação Ca: oxalatos abaixo de 0,5”.

Para participar voluntariamente, basta responder ao questionário on-line, contendo perguntas gerais que buscam traçar o perfil dos profissionais e a percepção a partir de perguntas específicas sobre a doença. O preenchimento dura aproximadamente 10 minutos e as perguntas são curtas, assim como as respostas esperadas.

Acesse o formulário e participe!

 

Assessoria de Comunicação do CFMV